Por Jeso Carneiro em 4/9/2012 às 08:14

Françoise Trapenard, a número 1 da Fundação Telefônica Vivo, desembarca hoje (4) em Santarém e, em seguida, ruma a Belterra.

Lá, dará o pontapé inicial no Projeto Oficina de Aplicativos, destinado a alunos e educadores de 20 escolas públicas da cidade.

Desde que a Vivo instalou uma antena em Belterra, a cidade saiu do isolamento, conectando-se com o mundo. Agora os jovens têm a oportunidade de empreender, aprendendo a programar e construindo seu próprio negócio digital – explica Trapenard, ressaltando que o projeto conta com apoio do Governo do Pará, via Secti, e com parceria da Ama Brasil.

Em 2013, a previsão do projeto é beneficiar outros 300 participantes.

Serão doados 450 aparelhos celulares, tipo smartphones Samsung Galaxy Ace 5830, para as escolas. A ideia é que cada aparelho seja utilizado por até três alunos, beneficiando 1.500 estudantes.

Postado originalmente por Fabio Pena.

De :Caetano Scannavino Filho
Coordenador do Projeto Saúde e Alegria

Se quisermos fazer acontecer o Estado do Tapajós, sabemos que a batalha é árdua. Se por um lado temos que estar unidos, independente das crenças, credos, ser São Raimundo ou São Francisco, por outro a discussão em torno do assunto só vai dar resultados se debatermos de forma qualificada com o outro lado, sem medo de ser feliz.

Com o pessoal de Belém, fazendo-o admitir que do jeito que está e sempre foi, não se deu conta do recado. Se a inclusão da região oeste no processo de desenvolvimento do estado não ocorreu como deveria nessas décadas e décadas de existência não é agora que o faria.

Por isso, não me agrada muito o termo “separatismo”, mesmo porque nossa relação com Belém é mais do que amizade, são nossos parentes, familiares, que precisam ser solidários a nossa causa e entender que a questão não é separar, e sim integrar o Baixo Amazonas ao Brasil. E o debate tem também que seguir fronteira afora.

A discussão sobre a divisão do Pará pode e deve ser nacional. No entanto, nosso maior desafio é fazer o Brasil entender a Amazônia. Fala-se muito na sua internacionalização, mas o que precisa mesmo é nacionaliza-a, sobretudo o principal centro econômico e de formação de opinião – o eixo RJ-SP – compreender melhor suas realidades, desafios, culturas, oportunidades de negócios, etc.

Aí deixará de enxergá-la como um “ônus” que só tem conflitos e desmates, e perceberá que temos um grande “bônus” nas mãos, com um povo maravilhoso e uma riqueza imensurável que se manejada de forma sustentada e includente poderá impactar o nosso PIB e justificar que o Brasil, o “país do futuro” que ouvíamos na infância, chegou.

Há vários projetos para criação de novos estados tramitando no Congresso. Nesse caso, a lógica comum do pensamento do brasileiro das outras regiões vai ser sempre tender para o oportunismo, os custos de implantação, a solução que não é solução, entre outros coerentes argumentos. Não podemos negar isso, mas fazê-los entender que não podemos colocar toda farinha no mesmo saco – aliás, estaríamos escondendo as delicias da farinha “puba” do Tapajós, algo muito típico e especial da nossa região.

Cada caso é um caso. E o nosso trata da Amazônia, onde municípios tem o tamanho de estados e estes, de países. Quanto a proposta pelo Estado do Tapajós, não falamos da divisão de uma área já interligada como o Triangulo Mineiro, mas sim de uma parcela imensa da Amazônia, sem facilidades de transporte, energia, comunicação, saúde, educação,… com contextos bastante distintos dentro de um mesmo Pará.

Filme produzido na Oficina de Vídeo Participativo no Telecentro Comunitário de São Jorge – Belterra/PA no dia 22 de maio de 2010. Ele conta a história de um casal que tem um amor quase impossível. Apaixonados, os jovens seguem o conselho de seus amigos,  jogam tudo para o alto e resolvem fugir. O fim é bem engraçado.
Participantes da Oficina: Marcos, Hélio, Vanessa, Valdilene,  Franciclei, Luciana, Jandreson e outros.
Oficineiros: Bill e Emanuel da Escola Nórdica da Suécia.

Imagem de Amostra do You Tube

Foi dada a largada para as eleições de 2010. Os candidatos encontram-se em disputa pelo seu eleitorado. É a roda-viva da democracia representativa…
A essa altura alguém poderia pensar : “Toda eleição é sempre assim. Os políticos só lembram do povo para pedir voto e , uma vez eleitos, viram as costas.
Por isso, não quero votar em mais ninguém!”
Respeitamos toda opinião, no entanto, queremos dialogar, especialmente, com aqueles descrentes e sem esperança com a política e os políticos. E voltamos à pergunta : por que devemos votar?
Primeiro, porque, se não votamos , estamos nos omitindo do processo e delegando a terceiros a definição dos rumos de nosso município e , por extensão, de nosso país . E estaremos abrindo mão, ao mesmo tempo, de um direito e de um dever, que é o de construir e aprimorar a democracia , tantas vezes atacada e comprometida. Ditadura , nunca mais !
Segundo , porque é através do exercício do voto que realizamos o sagrado direito de escolha e, com isso , podemos mudar os governantes ou representantes, que não honraram com suas promessas de campanha. Mais do que escolher candidatos individuais, é através do voto que podemos , pelo menos teoricamente, garantir o princípio democrático de alternância entre governo e oposição.
Terceiro, porque é pelo voto, com acertos e erros , que cada eleitor aprimora sua escolha, procurando a cada eleição a melhor opção entre os partidos e candidatos. Portanto, a omissão não contribui para avanço das escolhas e da própria democracia.
E por último, lembramos que , sendo obrigatório o voto em nosso país , o eleitor, mesmo desiludido e contrariado, acaba votando em qualquer candidato e, dessa forma, perpetuando o ciclo dos problemas já existentes. Daí a necessidade da reflexão e da análise das melhores opções existentes.
Por fim, queremos enfatizar as razões e os motivos que devem justificar o voto consciente, livre de pressões econômicas e de interesses menores. Conclamamos a todo cidadão e cidadã a voltar sua atenção para as próximas eleições. De sua decisão estará dependendo o futuro do país, que desejamos cada vez melhor.

Guilhermina Rocha
CEPRO – Um Projeto de Cidadania, Educação e Cultura


No próximo dia 06, terça-feira, coordenação,voluntários e alunos do Telecentro de Inclusão Digital de São Jorge, demonstrará seu ato cívico desfilando junto a escola que tem como tema a Inclusão.

É fato, que com a implantação do Telecentro muitas foram as mudanças, como por exemplo, a de pessoas na terceira idade que não acreditavam estarem fazendo uso adequadamente do computador, e hoje fazem naturalmente; pessoas que agora podem estar anexando seu certificado de informática ao curriculum, agregando valor a sua entrada no mercado de trabalho; há ainda aqueles que fizeram verdadeiras descobertas de seu próprio potencial, como os monitores voluntários que atuam repassando o conhecimento das TICs (Tecnologia da Informação e Comunicação). Isto tudo leva-nos a acreditar em uma sociedade onde o bem comum é possível.

Monitores voluntários: Vanessa, Valdilene, Eliel e” Didi”.

O Telecentro de Inclusão Digital de São Jorge está reunido hoje, domingo dia 22 com todo o Conselho Gestor, para tratar de um dos problemas que têm enfrentado. Dos onze computadores que o Telecentro dispõe, oito estão sem funcionamento,segundo o voluntário monitor Zandleme é muito difícil fazer o repasse do conteúdo para os alunos com apenas três máquinas funcionando. A empresa responsável em fazer manutenção dos computadores é a positivo, que pela imensa dificuldade de resolução do problema tem sido tachada de “negativo”. Através da secretaria de educação que também ja está ciente do problema esteve em contato com os técnicos e agendaram uma visita ao Telecentro de São Jorge. Ufa!

Organizado pelos jovens do Telecentro Comunitário de São Jorge, o projeto Cinema no Telecentro atraiu um bom número de expectadores para sua primeira exibição. O filme exibido na noite de hoje aqui na comunidade é um filme de ação: Joe.

Iniciativa lega!!!!

Participando da 9º Oficina de Inclusão Digital em Brasilia, várias representaçôes de diferentes estados, municipios e comunidades. Pelo Telecentro de Belterra Nataleuza; por Suruacá Carla;por Muratuba Risonaldo; de Santarem pelo Projeto Saúde e Alegria Paulo Lima e kaio Rego. Estamos no mesmo hotel junto à um grupo de jovens muito legal do municipio de Itaituba, todos muito bem dispostos em ampliarem conhecimentos e contribuir com suas diferentes esperiências. Há muitos pontos de discordâncias, mas todos com uma mesma opiniâo tà muito frio! a umidade do ar em Brasilia chega a causar fortes dores na cabeça, por isso fomos instruindos à engerir maior quantidade de líquido possível.

O primeiro dia terá várias atividades, a partir das 11h: oficinas de produção de conteúdo em educação à distância e educação previdenciária, debate sobre lixo eletrônico, palestras sobre ações do CNPq e nuvens livres, atividades do Ministério da Cultura e do programa Gesac do Governo Federal. À tarde, às 14h20, a programação fica por conta da plenária do Plano Nacional de Banda Larga, com as presenças do presidente da Telebrás, Rogério Santanna, e do assessor especial da Presidência da República para inclusão digital, Cezar Alvarez.

Postado por Mizael Santos

(Prefeito de Belterra, Geraldo Pastana, recebendo das mãos da Governadora do Estado do Pará, Ana Julia, As chaves das maquinas)

Em cerimonia realizada na cidade de Santarém ontem, 18 de junho, a Governadora do Estado do Pará Ana Julia, fez a entrega de patrulhas mecanizadas (Caçambas (VW), Pás Carregadeiras (Komatsu), Motoniveladoras (Case) e Tratores (Massey Ferguson) àos municípios do oste do estado: Santarém, Curuá, Faro, Juruti, Terra Santa, Prainha e Belterra. O principal objetivo da entrega é a recuperação e conservação das estradas.

Imagens da Formatura da 1ª turma de informática do Telecentro Comunitário de São Sorge ocorrida em 14 de junho de 2010. 70 alunos receberam certificados.
Voluntários treinados pelo Telecentro de Inclusão Digital de Belterra
Primeira turma de informática do Telecentro Comunitário do Distrito de São Jorge

Pense na felicidade que é ver a juventude sendo inserida no mundo digital. Lindo era ver o sorriso no rosto de cada jovem que recebia um certificado. Mas o que importa na verdade é o contato que o povo da floresta vai tendo com as nova tecnologias, que diminuem a distância aos poucos o isolamento das comunidades.

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